Arquivo Mitologia #9: Divindades do fogo, das chamas e do calor (Parte 2)

Grano

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 Grano, foi uma deidade celta associada aos balneários, às nascentes minerais térmicas e ao sol. Era regularmente identificado a Apolo como Apolo Grano. Era cultuado principalmente na Germânia Superior e na Gália do Norte, não raramente em conjunção à Sirona, a Marte e a outras deidades. No início do século XX, era dito ainda que o deus era lembrado em um canto entoado em torno de fogueiras em Auvérnia, no qual um feixe de cereal era colocado no fogo e chamado Granno Mio, enquanto as pessoas cantavam, "Grano, meu amigo; Grano, meu pai; Grano, minha mãe". 

Belenus

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 Belenus é uma divindade celta, também conhecido como Belen, Belenus, Belinus, Bellinus, Belenos, Belennos, Belenos, Bel, Bilé: O Deus Brilhante. Belenos é bastante popular na mitologia celta sendo um dos grandes deuses celtas. Os seus símbolos são o cavalo e a roda e o seu nome significa "O Deus Brilhante". O festival do fogo celta no dia primeiro de Maio, conhecido como Beltane, (também conhecido como os fogos de Bel) é provavelmente derivado do nome desta divindade. Em Beltane eram acesas fogueiras para encorajar o calor do sol. Estas fogueiras também tinham propriedades restauradoras e o gado era conduzido entre elas, antes de ser solto nos novos pastos de Primavera. É provável que Belenus fosse uma divindade do fogo, um patrono das chamas e dos poderes restauradores do sol (o que explica a sua associação clássica com Apolo). Originalmente, ele pode ter sido uma divindade pastoral e no mito galês está associado com o gado e as ovelhas. Na mitologia irlandesa, ele é um deus da morte e marido da deusa Dana. Referências Druídicas sugerem que Bel é o deus responsável pela "centelha" (de luz, inteligência ou talvez energia) a qual resulta na criatividade. De acordo com Margot Alder em seu livro "Drawing Down the Moon", o Druida Isaac Bonewits refere-se a um deus, Be'al, o qual ele descreve como uma personificação masculina de Essência. Isto reflete no conceito de Keating de Beil ou Bel como um deus chefe ou deus-pai. Este é um paralelo estreito com Beli. Em "The Mabinogion", Beli é associado com a luz, e ele é o pai de Bran, o Abençoado, e avô de Llud, a contraparte Britânica do Lugh Irlandês.

Bastet

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 Na mitologia egípciaBastetBastUbastiBa-en-Aset ou Ailuros (palavra grega para "gato") é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres. Também tinha o poder sobre os eclipses solares. Quando os gregos chegaram no Egito, eles associaram Bastet com Ártemis, embora esta deusa esteja eminentemente relacionada à lua, enquanto Bastet inegavelmente estava relacionada aos mitos solares. Todos os deuses criavam pirâmides pequenas, médias e grandes, dependendo do tamanho, significava o tão grande poder desses deuses. Quanto a seu nome, acredita-se que "Bastet" foi um nome dado a essa divindade no período greco-romano e que, por sua vez, seu nome correto seria "Bast". A deusa está presente no panteão desde a época da II dinastia. Era representada como uma mulher com cabeça de gato, que tinha na mão o sistro, instrumento musical sagrado. Por vezes, tinha na orelha um grande brinco, bem como um colar e um cesto onde colocava as crias. Podia também ser representada como um simples gato. Por vezes é confundida como Sekhmet, adquirindo neste caso o aspecto feroz de leoa. Certa vez,  ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. A deusa, que é representada com cabeça de leoa, executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Rá precisou embebedá-la com vinho, pela semelhança com sangue, para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana.

Camaxtli

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 Camaxtli era o deus da caça, da guerra, da esperança e do fogo (que havia inventado). Foi um dos quatro deuses criadores da terra. Os Chichimecas o consideravam seu deus tribal. Esse deus está ligado à mitologia Tlaxcalteca.

Hades

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 Hades, na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos. Equivalente ao deus romano Plutão, seu nome era usado frequentemente para designar tanto o deus quanto o reino que governa, nos subterrâneos da Terra. Consta também ser chamado Serápis (deus de obscura origem egípcia). É considerado um deus da "segunda geração" pelos estudiosos, oriundo que fora de Cronos e de Reia, formava com seus cinco irmãos, filhos de Cronos e Reia: suas filhas HéstiaDeméter e Hera, e os seus filhos Posídon e Zeus. Ele é também conhecido por ter raptado a deusa Perséfone (ou Core) filha de Deméter, a quem teria sido fiel e com quem nunca teve filhos. A simbologia desta união põe em comunicação duas das principais forças e recursos naturais: a riqueza do subsolo que fornece os minerais, e faz brotar de seu âmago as sementes - vida e morte. Hades costuma apresentar um papel secundário na mitologia, pois o fato de ser o governante do Mundo dos Mortos faz com que seu trabalho seja "dividido" entre outras divindades, tais como Tânato, deus da morte, ou as Queres - estas últimas retratadas na Ilíada recolhendo avidamente as almas dos guerreiros, enquanto Tânato surge nos mitos da bondosa Alceste ou do astuto Sísifo. Como o senhor implacável e invencível da morte, é Hades o deus mais odiado pelos mortais, como registrou HomeroPlatão acentua que o medo de falar o seu nome fazia usarem no lugar eufemismos, como Plutão. O mito possui pequena influência moderna. Entretanto, foi objetivo de análises pela psicologia e adaptações cinematográficas.

Creidhne

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 Na mitologia irlandesa, Creidhne era filho de Brígida e Tuireann, e artífice dos Tuatha Dé Danann, trabalhando com bronze, latão e ouro. Ele e seus irmãos Goibniu e Luchtaine tornaram-se conhecidos como os Trí Dée Dána, "os três deuses de arte", que forjaram as armas que os Tuatha Dé usaram na batalha contra os FomorianosÉ dito que Creidhne, juntamente com Dian Cecht, fabricou a mão de prata do rei Nuada. Creidhne é freqüentemente confundido com a guerreira irlandesa Creidne.

Hefesto

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 Hefesto é um deus da mitologia grega. Filho de Zeus e Hera, rei e rainha dos deuses, era o deus da tecnologia, dos ferreiros, artesãos, escultores, metais, metalurgia, fogo e dos vulcões. Como outros ferreiros mitológicos, porém ao contrário dos outros deuses, Hefesto era manco, o que lhe dava uma aparência grotesca aos olhos dos antigos gregos. Servia como ferreiro dos deuses, e era cultuado nos centros manufatureiros e industriais da Grécia, especialmente em Atenas. O centro de seu culto se localizava em Lemnos. Os símbolos de Hefesto são um martelo de ferreiro, uma bigorna e uma tenaz, embora por vezes tenha sido retratado empunhando um machado. Hefesto foi responsável, entre outras obras, pela égide, escudo usado por Zeus em sua batalha contra os titãs. Construiu para si um magnífico e brilhante palácio de bronze, equipado com muitos servos mecânicos. De suas forjas saiu Pandora, primeira mulher mortal.

Goibniu

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 Goibhniu, o ferreiro, é um Deus celta da antiga Irlanda. Deus da arte da ourivesaria, forma uma trindade com Credne e Luchta, que além do seu ofício de ferreiro mágico também é conhecido como promotor do Banquete Sagrado. Associado também à preparação de bebidas fermentadas (também era o deus da cerveja), algumas lendas contam que ele formulou e possuía uma poção da imortalidade, o elixir da vida eterna; Hefaistos (grego) era um deus ferreiro que também preparava cerveja. Seu nome preservou-se em Abergavenny. Na mitologia galesa, seu equivalente é Govannon. Goibhniu era um dos filhos de Brígida e Tuireann e ferreiro dos Tuatha Dé DanannEle e seus irmãos Creidhne e Luchtaine tornaram-se conhecidos como os Trí Dée Dána, "os três deuses de arte", que forjaram as armas que os Tuatha Dé usaram para combater os Fomorianos. Suas armas eram sempre letais e seu hidromel concedia invulnerabilidade a quem o bebesse.

Ometecuhtli

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 Na mitologia astecaOmetecuhtli era o deus supremo. Atribuia-se a ele a criação do homem e a domesticação do fogo.

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