The Woman's Power #3: Escritoras e seus Sucessos (Parte 4 - Final)


Margaret Alice Murray (Reino Unido)


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Margaret Alice Murray foi:

• Egiptóloga.
• Arqueóloga.
• Historiadora.
• Folclorista.
• Antropóloga.
• Bruxa.
• Feminista.

 Foi a primeira mulher a ser nomeada como palestrante no Reino Unido. Trabalhou na University College London de 1898 a 1935. Foi presidente da Sociedade de Folclore, de 1953 a 1955. Seus livros da década de 20 e 30 sobre a hipótese do culto bruxo foram fundamentais para inspirar os primeiros movimentos que deram origem à religião da Wicca. Nascida em uma família de classe média alta em Calcutá, na Índia Britânica, Margaret cresceu dividida entre várias nações, como ÍndiaReino Unido e Alemanha, estudando para ser enfermeira. Ao mudar-se para Londres, em 1894, começou a estudar egiptologia, na University College London, ficando amiga de Flinders Petrie, chefe do departamento, que a encorajou a publicar seus primeiros trabalhos acadêmicos e a apontou como professora assistente em 1898. Em 1902 e 1903, participou das escavações de Flinders em Abidos, no Egito, tendo descoberto o Osireion. Na temporada seguinte, investigou o complexo de Saqqara, o que rendeu a ambos grande reconhecimento dentro da egiptologia. Complementando seu salário na universidade com palestras e aulas no Museu Britânico e no Museu de Manchester. No final de 1908, ela desenfaixou a múmia de Khnum-nakht, uma das múmias recuperadas da "Tumba de Dois Irmãos", tendo sido a primeira vez que uma mulher publicamente desenfaixou uma múmia. Notando a febre que a egiptologia tinha sobre os britânicos, Margaret escreveu vários livros sobre o assunto, todos voltados para o público leigo. Margaret também se tornou muito íntima do movimento feminista, juntando-se à Women's Social and Political Union, devotando grande parte do seu tempo em melhorar as condições de trabalho das mulheres na universidade. Impedida de retornar ao Egito por conta da Primeira Guerra Mundial, ela focou os estudos na Hipótese do culto bruxo, uma teoria de que os julgamentos de bruxas na Idade Média foram uma tentativa de extinguir o paganismo que sobreviveu à perseguição cristã devotada ao deus com cornos. Apesar de grandemente desacreditada no meio acadêmico, a teoria ganhou atenção e teve grande influência no emergente movimento religioso da Wicca. De 1921 a 1931, Margaret trabalhou em escavações em sítios pré-históricos em MaltaMinorca, tendo grande interesse no folclorismo. Agraciada com um doutorado honorário em 1927, foi apontada como professora assistente em 1928 e aposentou-se da universidade em 1935. Neste ano, ela visitou a Palestina para ajudar na escavação de Flinders em Tall al-Ajjul e em 1937 liderou uma pequena escavação em Petra, na Jordânia. Assumindo a presidência na Sociedade de Folclore, ela palestrou em várias instituições, como a Universidade de Cambridge e continuou publicando livros até sua morte. O trabalho de Margaret em egiptologia e arqueologia foi grandemente aclamado e ela ganhou a alcunha de Maior Mulher na Egiptologia, apesar de parte de seu trabalho ter sido ofuscado pelos trabalhos de Flinders Petrie. Já seus trabalhos sobre a história da bruxaria, o foi desacreditado academicamente e seus métodos pesadamente criticados pela comunidade científica. Devido ao seu trabalho e sua influência na Wicca, ela foi chamada pelos estudiosos como "Avó da Wicca".

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Marguerite Duras (França)


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 Marguerite Duraspseudônimo de Marguerite Donnadieu foi:

• Romancista.
• Novelista
• Roteirista.
• Poetisa.
• Diretora de Cinema.
• Dramaturga.

 Marguerite Duras nasceu em Gia Định, atual distrito de Bình Thạnh em Saigon (atual Cidade de Ho Chi Minh), na colônia francesa da Cochinchina, sul do atual Vietnã. Sua família retornou à França, onde estudou Direito e também se tornou escritora. Decidiu mudar o sobrenome de Donnadieu para Duras, nome de uma vila do departamento francês de Lot-et-Garonne onde se situava a casa de seu paiÉ autora de diversas peças de teatro, novelas, filmes e narrativas curtas. Seu trabalho foi associado com o movimento chamado nouveau roman (novo romance) e com o existencialismo. Entre algumas de suas obras estão O Amante, A Dor, O Amante da China do Norte e O Deslumbramento. Também conhecida como a roteirista do filme "Hiroshima, meu amor", dirigido por Alain Resnais (premiado cineasta do movimentonouvelle vague), Duras também dirigiu filmes próprios, inclusive o conceituado "India Song" de 1976, muito embora sua carreira cinematográfica não atingisse o reconhecimento da literária nos meios intelectuais e acadêmicos. Outras obras suas foram adaptadas por outros diretores de cinema como O Amante de Jean-Jacques Annaud, no ano de 1992. Marguerite Duras faleceu aos 81 anos de idade em Paris, vitimada por um câncer. Foi sepultada no cemitério de Montparnasse.

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Maria Firmina dos Reis (Brasil)


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 Maria Firmina dos Reis foi:

• Escritora.
• Romancista.

 Maria Firmina dos Reis nasceu na Ilha de São Luís, no Maranhão, em 11 de março de 1825. Foi registrada como filha de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. negra, bastarda, era prima do escritor maranhense Francisco Sotero dos Reis por parte da mãe. Em 1830, mudou-se com a família para a vila de São José de Guimarães, no continente, município de morta e viva Viveu parte de sua vida na casa de uma tia materna mais bem situada economicamente. Em 1847, concorreu à cadeira de Instrução Primária nessa localidade e, sendo aprovada, ali mesmo exerceu a profissão, como professora de primeiras letras, de 1847 a 1881. Negra e bastarda, enfrentou a barreira dos preconceitos e publicou, em 1859, o romance Úrsula, considerado o primeiro romance abolicionista do Brasil e um dos primeiros escritos produzidos por uma mulher brasileira. Em 1887, Maria Firmina escreveu também um conto sobre o mesmo tema, "A Escrava". Em 1871, publicou a coletânea de poesias Cantos à beira-mar. Também colaborava com jornais literários. Em 1880, fundou uma escola gratuita e mista, para meninos e meninas, o que causou escândalo no povoado de Maçaricó, em Guimarães. Afinal, a escola teve que ser fechada em menos de três anos. Úrsula não seria apenas o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira - fato que nem todos os historiadores admitem - mas é também o primeiro romance da literatura afro-brasileira, entendida esta como produção de autoria afro-descendente, que tematiza o negro a partir de uma perspectiva interna e comprometida politicamente em recuperar e narrar a condição do ser negro no Brasil. Acresça-se a isto o gesto (civilizatório) representado pela inscrição em língua portuguesa dos elementos da memória ancestral e das tradições africanas. Texto fundador, Úrsula polemiza com a tese segundo a qual nos falta um "romance negro", pois apesar de centrado nas vicissitudes da heroína branca, pela primeira vez em nossa literatura, tem-se uma narrativa da escravidão conduzida por um ponto de vista interno e por uma perspectiva afro-descendente.

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Marjane Satrapi (Irã)


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 Marjane Satrapi, nome artístico de Marjane Ebihamis, é:

• Romancista Gráfica.
• Ilustradora.
• Cineasta.
• Escritora.

 Ficou conhecida como a primeira iraniana a escrever história em quadrinhos. A adaptação animada de sua série de quadrinhos Persépolis, que ela co-dirigiu junto a Vincent Paronnaud, foi indicada para o ÓscarMarjane Satrapi cresceu em Teerã em uma família que se envolveu com os movimentos comunista e socialista no Irã antes da Revolução Iraniana. Lá frequentou o Lycée Français e presenciou, durante a infância, a crescente repressão das liberdades civis e as consequências da política iraniana na vida cotidiana dos habitantes do país, incluindo a queda do , o regime inicial de Ruhollah Khomeini, e os primeiros anos da Guerra Irã-IraqueEm 1983, então com 14 anos, Satrapi foi mandada para Viena, Áustria, por seus pais, a fim de fugir do regime iraniano. Lá, ela estudou no Liceu Francês de Viena. De acordo com sua autobiografia gráfica, Persépolis , ela permaneceu em Viena durante o ensino médio, morando na casa de amigos, em pensionatos e repúblicas estudantis, até finalmente ficar desabrigada e morar nas ruas. Após um ataque quase mortal de pneumonia, em decorrência das graves condições de vida, ela retornou ao Irã. Conheceu um homem chamado Reza, com quem se casou aos 21 anos e divorciou-se cerca de três anos depois. Em seguida, ela estudou Comunicação Visual, e posteriormente obteve o mestrado em Comunicação Visual pela Faculdade de Belas artes em Teerã, Universidade Islâmica Azad. Satrapi, em seguida, mudou-se para Estrasburgo, França. Ela vive atualmente em Paris, onde trabalha como ilustradora e autora de livros infantis. Satrapi também é responsável pela arte do álbum Préliminaires do roqueiro Iggy Pop.

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Mary Shelley (Reino Unido)


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 Mary Wollstonecraft Shelley, nascida Mary Wollstonecraft Godwin, mais conhecida por Mary Shelley, foi:

• Escritora.

 Foi uma escritora britânica, filha do filósofo William Godwin e da feminista e escritora Mary WollstonecraftMary Shelley foi autora de contos, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida por seu romance gótico, Frankenstein: ou O Moderno Prometeu (1818). Ela também editou e promoveu os trabalhos de seu marido, o poeta romântico e filósofo Percy Bysshe Shelley, com quem se casou em 1816, após o suicídio de sua primeira esposa. A mãe de Mary morreu após 10 dias do seu nascimento; ela e sua meia-irmã, Fanny Imlay, foram criadas por seu pai. Quando Mary tinha quatro anos, Godwin casou-se com uma vizinha, Mary Jane Clairmont. Godwin deu à sua filha uma rica e informal educação, encorajando-a a aderir às suas teorias políticas liberais. Em 1814, Mary Godwin iniciou um relacionamento amoroso com um dos seguidores políticos de seu pai, o casado Percy Bysshe Shelley. Junto com a irmã adotiva de Mary, Claire Clairmont, eles partem para a França e viajam pela Europa; uma vez retornando a Inglaterra, Mary fica grávida de Percy. Durante os próximos dois anos, ela e Percy enfrentam o ostracismo, dívidas e a morte da filha prematura. Eles se casaram em 1816 após o suicídio da primeira mulher de Percy Shelley, Harriet. Em 1816, o famoso casal passou o verão com Lord Byron, John William Polidori, e Claire Clairmont próximos de Genebra, Suíça, onde Mary concebe a ideia de seu romance Frankenstein. Os Shelleys deixam a Grã-Bretanha em 1818 e vão para a Itália, onde o segundo e o terceiro filhos morrem antes do nascimento de seu último e único sobrevivente filho, Percy Florence. Em 1822, seu marido afogou-se quando seu barco afundou durante uma tempestade na Baía de La Spezia. Um ano depois, Mary Shelley retornou a Inglaterra, devotando-se, desde então à educação de seu filho e à carreira como autora profissional. A última década de sua vida foi marcada pela doença, provavelmente causada pelo tumor cerebral que a iria matar aos 53 anos de idade. Até os anos 70, Mary Shelley era conhecida principalmente por seus esforços em publicar os trabalhos de Percy Shelley e pelo romance Frankenstein, que permanece sendo lido mundialmente e tendo inspirado muitas peças de teatro e adaptações para o cinema. Os estudos atuais renderam uma visão mais compreensiva das realizações de Mary Shelley. Estudiosos demonstraram mais interesse em sua carreira literária, particularmente seus romances, que incluem romances históricas Valperga (1823) e The Fortunes of Perkin Warbeck (1830), o romance apocalíptico The Last Man (1826), e seus últimos dois romances, Lodore (1835) e Falkner (1837). Estudos de seus últimos trabalhos conhecidos como o livro de viagens Rambles in Germany and Italy (1844) e os artigos biográficos de Dionysius Lardner's, Cabinet Cyclopaedia (1829–46), serviram de base e visualização de que Mary Shelley permaneceu uma política radical por toda a vida. O trabalho de Mary Shelley frequentemente discute que essa cooperação e simpatia, particularmente praticada pelas mulheres na família, eram maneiras de se reformar a sociedade civil. Esta visão foi um desafio direto ao caráter romântico individualista promovido por Percy Shelley e as teorias políticas iluministas articuladas por seu pai, William Godwin.

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Pam Gonçalves (Brasil)


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 Pam Gonçalves é:

• Escritora.
• Youtuber.

 Quando Pam estava no Ensino Médio, ela tinha muitas dúvidas em relação ao futuro. Naquela época, ela achava que ser escritor não era profissão, embora passasse a maior parte do tempo entre livros, mais especificamente lendo toda a saga do Harry Potter e a obra completa da Meg Cabot. Ela gostava de ler, mas não tinha com quem conversar sobre o assunto. Em 2009, Pam criou o Garota It, um dos primeiros blogs literários do Brasil. O blog virou um canal no YouTube com quase 200 mil inscritos apaixonados por livrosEm 2016, veio a primeira publicação: um conto na coletânea “O amor nos tempos de #likes”, em que Pam bebe na fonte de Jane Austen e seu “Orgulho e preconceito” para narrar as desventuras de Liz, uma youtuber famosíssima que se recusa a viver sob regras antiquadas – como a de que “precisa arrumar um bom partido para casar”, como diz a mãe. Mas que também acaba, sempre na defensiva, se fechando para o amor. Num de seus vídeos, ela contou que o livro de Austen é um de seus clássicos internacionais favoritos.
 “Boa noite”, publicado no fim de agosto, é o seu primeiro romance e, em sua estreia nacional, foi o livro mais vendido do estande do Grupo Record na Bienal de São Paulo. Em “Boa noite”, Pam cria uma trama romântica, descontraída e juvenil, mas trata também de assuntos sérios como assédio e abuso sexual. A protagonista é Alina, uma jovem de 18 anos que passou a adolescência sendo exemplar. Estudiosa, com excelentes notas, boa filha… um estereótipo que nunca lhe garantiu um lugar entre os mais populares da escola. Agora, ela se prepara para mudar de cidade e começar a cursar a faculdade de Engenharia de Computação. Para Alina, é a oportunidade de se reinventar, de pertencer a um grupo, de se sentir “legal” pela primeira vez. As coisas começam bem, com os novos amigos da república, e ao mesmo tempo desafiadoras, ao cair numa turma repleta de garotos que não acreditam que mulheres podem entender de números. Quando ela decide deixar definitivamente a vida de nerd para trás, as coisas se complicam. As festas e as bebidas são pura diversão, mas o burburinho sobre os abusos sexuais e o uso de uma nova droga começa a assustar o campus. Para completar, os alunos criam uma página de fofocas na internet que expõe a vida sexual das meninas. Alina acaba tragada para o meio disso tudo, onde terá que lidar com pessoas muito mal intencionadas. Mas, no fim, a menina vai descobrir que, unindo-se às outras mulheres, ela poderá fazer diferença. Enquanto constrói uma clássica história sobre as dores do crescimento e a perda da inocência, Pam aproveita para refletir, em “Boa noite”, sobre temas importantes e absolutamente contemporâneos, como cultura do estupro, machismo e bullying na internet.

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Patricia Briggs (EUA)


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Patricia Briggs é:

• Escritora.
• Romancista.

 Patricia Briggs nasceu em 1965 em Butte, Montana , Estados Unidos. Ela agora reside na área de Tri-Cities do estado de Washington. Briggs começou a escrever em 1990 e publicou seu primeiro romance Masques em 1993. Ela escreveu principalmente no gênero de fantasia até que seu editor lhe pediu para escrever uma fantasia urbana , uma vez que o gênero estava mostrando um crescimento promissor. Briggs escreveu Moon Called , que foi publicado em 2006 e chegou às listas de best-sellers do USA Today . O segundo livro da série, Blood Bound , chegou à lista do Best Seller do New York Times . O terceiro livro, Iron Kissed , foi o bestseller número um do New York Times e os romances subsequentes continuaram a ter um desempenho semelhante nas vendas.

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Patricia Monaghan (EUA)


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Patricia Monaghan foi:

• Escritora.
• Poetisa.
• Artista Espiritual.
• Figura influente do movimento de espiritualidade feminina contemporânea.
• Bruxa.

 Monaghan escreveu mais de 20 livros sobre uma variedade de tópicos, incluindo espiritualidade da Deusa, espiritualidade da terra, mitologia celta, a paisagem da Irlanda e técnicas de meditação. Em 1979, ela publicou a primeira enciclopédia de divindades femininas, um livro que permaneceu firmemente impresso desde então e foi republicado em 2009 em um volume de dois conjuntos como A Enciclopédia das Deusas e Heroínas. Foi mentora de muitos estudiosos e escritores, incluindo a bióloga Cristina Eisenberg, a poeta Annie Finch, a teóloga Charlene Spretnak e a antropóloga Dawn Work-MaKinne, e foi a fundadora da Associação para o Estudo da Mulher e Mitologia, juntos artistas, estudiosos e pesquisadores da mitologia centrada nas mulheres e da espiritualidade da Deusa pela primeira vez em uma organização acadêmica nacional. Patricia Monaghan nasceu em 15 de fevereiro de 1946. Seus pais, Mary Gordon e Edward Monaghan, eram irlandeses-americanos. Patricia passou seus primeiros anos em Long Island cercada por uma grande família extensa. Vários anos de doença a mantiveram presa durante os anos de formação, durante os quais ela leu vorazmente e também aprendeu a bordar, o primeiro de muitos ofícios tradicionais que foram uma parte importante de seu lazer ao longo de sua vida. Quando Patricia estava na quarta série, sua família mudou-se para o Colorado, após a transferência de seu pai, um oficial da Força Aérea. De lá, eles se mudaram para o Alasca. Ela também publicou uma enciclopédia do mito celta, A Enciclopédia do Mito Celta e Folclore, e editou uma coleção de três volumes de ensaios intitulada Deusas na Cultura Mundial, publicada em 2010 pela ABC-CLIO. Seus outros livros sobre este assunto são O Caminho da Deusa, suas recontagens originais de histórias de deusas de todo o mundo acompanhadas de poemas e meditações; The Goddess Companion, uma coleção de meditações baseadas na deusa para cada dia do ano. Garotas Selvagens: O Caminho da Jovem Deusa relata histórias para garotas sobre deusas jovens.

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Paulina Chinziane (Moçambique)


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 Paulina Chiziane é:

• Escritora.

 Paulina Chiziane cresceu nos subúrbios da cidade de Maputo, anteriormente chamada Lourenço Marques. Nasceu numa família protestante onde se falavam as línguas Chope e Ronga. Aprendeu a língua portuguesa na escola de uma missão católica. Começou os estudos de Linguística na Universidade Eduardo Mondlane sem, porém, ter concluído o curso. Participou activamente à cena política de Moçambique como membro da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), na qual militou durante a juventude. A escritora declarou, numa entrevista, ter apreendido a arte da militância na Frelimo. Deixou, todavia, de se envolver na política para se dedicar à escrita e publicação das suas obras. Entre as razões da sua escolha estava a desilusão com as directivas políticas do partido Frelimo pós-independência, sobretudo em termos de políticas filo-ocidentais e ambivalências ideológicas internas do partido, quer pelo que diz respeito às políticas de mono e poligamia, quer pelas posições de economia política marxista-leninista, ou ainda pelo que via como suas hipocrisias em relação à liberdade económica da mulher. Iniciou a sua atividade literária em 1984, com contos publicados na imprensa moçambicana. Com o seu primeiro livro, Balada de Amor ao Vento, editado em 1990, tornou-se a primeira mulher moçambicana a publicar um romance. Paulina vive e trabalha na Zambézia.

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Rachel de Queiroz (Brasil)


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Rachel de Queiroz foi:

• Escritora.
• Romancista.
• Tradutora.
• Jornalista
• Cronista Prolífica.
• Dramaturga.

 Autora de destaque na ficção social nordestina. Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Em 1993, foi a primeira mulher galardoada com o Prêmio Camões. Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 15 de agosto de 1994, na ocasião do centenário da instituição. Rachel era filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz, descendente pelo lado materno da família de José de Alencar. Em 1915, após uma grande seca, muda-se com seus pais para o Rio de Janeiro e logo depois para Belém do Pará. Retornou para Fortaleza dois anos depois. Aos dezenove anos, ficou nacionalmente conhecida ao publicar O Quinze (1927), romance que mostra a luta do povo nordestino contra a seca e a miséria. Demonstrando preocupação com questões sociais e hábil na análise psicológica de seus personagens, destaca‐se no desenvolvimento do romance nordestino.Em 1925 concluiu o curso normal no Colégio da Imaculada Conceição. Estreou na imprensa no jornal O Ceará, escrevendo crônicas e poemas de caráter modernista sob o pseudônimo de Rita de Queluz. No mesmo ano lançou em forma de folhetim o primeiro romance, História de um NomeComeça a se interessar em política social em 1928-1929 ao ingressar no que restava do Bloco Operário Camponês em Fortaleza, formando o primeiro núcleo do Partido Comunista Brasileiro. Em 1933 começa a dissentir da direção e se aproxima de Lívio Xavier e de seu grupo em São Paulo, lá indo morar até 1934. Milita então com Aristides Lobo, Plínio Mello, Mário Pedrosa, Lívio Xavier, se filiando ao sindicato dos professores de ensino livre, controlado naquele tempo pelos trotskistasDepois, viaja para o norte em 1934, lá permanecendo até 1939. Já escritora consagrada, muda-se para o Rio de Janeiro. No mesmo ano foi agraciada com o Prêmio Felipe d'Oliveira pelo livro As Três Marias. Escreveu ainda João Miguel (1932), Caminhos de Pedras (1937) e O Galo de Ouro (1950). Foi presa em 1937, em Fortaleza, acusada de ser comunista. Exemplares de seus romances foram queimados. Em 1964, apoiou a ditadura militar que se instalou no Brasil. Integrou o Conselho Federal de Cultura e o diretório nacional da ARENA, partido político de sustentação do regime. Lançou Dôra, Doralina em 1975, e depois Memorial de Maria Moura (1992), saga de uma cangaceira nordestina adaptada para a televisão em 1994 numa minissérie apresentada pela Rede Globo. Exibida entre maio e junho de 1994 no Brasil (E pelo visto na América do Sul inteira também jkkjlklkjljklkljkl), foi apresentada em Angola, Bolívia, Canadá, Guatemala, Indonésia, Nicarágua, Panamá, Peru, Porto Rico, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, sendo lançada em DVD em 2004. Publicou um volume de memórias em 1998. Transforma a sua "Fazenda Não Me Deixes", propriedade localizada em Quixadá, estado do Ceará, em reserva particular do patrimônio natural. Morreu em 4 de novembro de 2003, vítima de problemas cardíacos, no seu apartamento no Rio de Janeiro, dias antes de completar 93 anos. Durante trinta anos escreveu crônicas para a revista semanal O Cruzeiro e com o fim desta para o jornal O Estado de S. Paulo.

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Ruth Rocha (Brasil)


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 Ruth Machado Lousada Rocha é:

• Escritora.

 É membro da Academia Paulista de Letras desde 25 de outubro de 2007, ocupando a cadeira 38. Formou-se em sociologia política e começou a trabalhar como orientadora educacional no Colégio Rio BrancoNasceu em 2 de março de 1931, na cidade de São Paulo. Em 1967, começou a escrever artigos na Revista Cláudia, com matérias sobre o tema da Educação, e em 1976, publicou o seu primeiro livro: Palavras Muitas PalavrasSua obra mais conhecida é Marcelo, Marmelo, Martelo, que já vendeu mais de um milhão de livros. Hoje, tem mais de 130 títulos publicados, com traduções de 25 idiomas. Lançou livros no parlamento brasileiro e na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque. Em 2000 gravou para o Canal Futura a série "Quem Conta um Conto", uma série de animação que reproduz o poema épico de Homero, comentando as viagens e aventuras de Odisseu após a tomada de Troia até seu regresso à Ítaca na Grécia Antiga. Em 1998 foi condecorada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, além disso, ganhou outros prêmios. Em 2002 foi escolhida como membro do PEN CLUB, Associação Mundial de Escritores, localizada no Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, o seu livro Escrever e Criar recebeu o prêmio Jabuti. Filha do médico Álvaro de Faria Machado e Esther de Sampaio Machado, tem quatro irmãos: Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre.

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Sarah Prineas (EUA)


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 Sarah Prineas é:

• Escritora.

 Autora americana de fantasia que mora em Iowa e já trabalhou no programa de honras da Universidade de Iowa . Ela é casada com John Prineas, professor do Departamento de Física e Astronomia e do Centro de Ciência e Tecnologia de Óptica da Universidade de Iowa . Eles têm dois filhos. Prineas é originalmente de Lyme , Connecticut . Ela foi para a faculdade em Minnesota . Ela viveu na AlemanhaSeu primeiro romance, The Magic Thief, foi publicado em 2008 pela Harper Collins nos Estados Unidos. Em junho de 2008, os direitos estrangeiros foram vendidos a treze outros países. A sequência, O Ladrão Mágico: Perdido saiu em 2009 e um terceiro livro, O Ladrão Mágico: Encontrado saiu em 2010. Antes que ela se voltasse para romances, Prineas escreveu contos de fantasia para mercados adultos. Em 2008, ela doou seu arquivo para o departamento de livros raros e coleções especiais na Northern Illinois University.

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Simone de Beauvoir (França)


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 Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, mais conhecida como Simone de Beauvoir, foi:

• Escritora.
• Intelectual.
• Feminista.
• Ativista Política
• Filósofa Existencialista.
• Teórica Social Francesa.

 Embora não se considerasse uma filósofa, De Beauvoir teve uma influência significativa tanto no existencialismo feminista quanto na teoria feminista. Nascida em Paris, era a primogênita de duas irmãs, filha de um casal descendente de famílias tradicionais, porém decadente. Seu pai era o advogado Georges Bertrand de Beauvoir, ex-membro da aristocracia francesa, enquanto a mãe era Françoise Brasseur, membro da alta burguesia francesa. Ela estudou em uma escola católica privada até os 17 anos. Depois de passar no vestibular de matemáticae filosofia, acabou por estudar matemática no Instituto Católico de Paris e literatura e línguas no colégio Sainte-Marie de Neuilly, e em seguida, filosofia na Universidade de Paris (Sorbonne), onde conheceu outros jovens intelectuais, como Maurice Merleau-Ponty, René Maheu e Jean-Paul Sartre, com quem manteve um relacionamento aberto por toda a vida (Ah, o amor. Como é lindo, não é mesmo?). De Beauvoir escreveu romances, ensaios, biografias, autobiografia e monografias sobre filosofia, política e questões sociais. Ela é conhecida por seu tratado O Segundo Sexo, de 1949, uma análise detalhada da opressão das mulheres e um tratado fundamental do feminismo contemporâneo, além de seus romances A Convidada e Os Mandarins. Ela lecionou em várias instituições escolares no período entre 1931 a 1943. Nos anos 1940 ela integrava um círculo de filósofos literatos que conferiam ao existencialismo um aspecto literário, sendo que seus livros enfocavam os elementos mais importantes da filosofia existencialista. Além disso, a autora esteve envolvida, juntamente com Sartre e Foucault, no polêmico manifesto "A Idade da Razão" que tinha por objetivo retirar a idade mínima para consentimento em relações sexuais. A autora revela certa inquietação diante do envelhecimento e da morte em livros como Uma Morte suave ou Uma morte serena, de 1964. Em A Cerimônia do Adeus, de 1981, ela narra o fim da existência de seu companheiro Sartre, que havia morrido em 15 de abril do ano anterior. Ela faleceu em 14 de abril de 1986, aos 78 anos de idade, por conta do agravamento de uma pneumonia. Seu corpo foi enterrado no Cemitério de Montparnasse, no mesmo túmulo de Sartre.

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Suzanne Collins (EUA)


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 Suzanne Marie Collins é:

• Escritora.
• Roteirista.

 É conhecida pela trilogia The Hunger Games que virou filme sob título homónimo em 2012. Seus livros já venderam mais de 85 milhões de cópias no mundo todo. Ela é filha de Jane Brady Collins e do tenente-coronel Michael John Collins (1931-2003), um oficial da Força Aérea dos EUA que serviu na Guerra da Coreia e Guerra do Vietnã, e foi premiado com a Distinguished Flying Cross e a Estrela de Bronze. É a mais nova de quatro filhos, como filha de um oficial militar, ela e sua família estavam sempre se mudando. Estudou na Escola do Alabama e fez o curso de Teatro e Telecomunicações na Universidade de Indiana. Depois começou a trabalhar em programas infantis da Nickelodeon. Em 29 de novembro de 2012, Suzanne anunciou novo livro para 2013. O livro ilustrado Year of the Jungle é baseado no período em que o pai dela esteve na Guerra do Vietnã. A obra é a primeira desde Mockingjay, de 2010, do qual o último filme de Jogos Vorazes é baseado. The Hunger Games, o primeiro livro da trilogia, foi lançado em 14 de setembro de 2008 seguido por Catching Fire ("Em Chamas", no Brasil e em Portugal), publicado em 1 setembro de 2009, e Mockingjay ("A Esperança", no Brasil e "A Revolta", em Portugal), publicado em 24 de agosto de 2010. The Hunger Games passou 300 semanas consecutivas a data na lista de bestsellers do New York Times desde a publicação em setembro de 2008, e também apareceu de forma consistente no EUA e em listas dos mais vendidos Publishers Weekly. Ele foi vendido em 56 territórios em 51 idiomas. Em 2010, Collins foi nomeada para a lista das 100 pessoas mais influentes pela revista Time, bem como os artistas Entertainment Weekly da lista Ano.

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Svetlana Alexijevich (Rússia)


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 Svetlana Aleksandrovna Aleksiévitch é:

• Escritora.
• Jornalista.

 Foi galardoada com o Nobel de Literatura de 2015 "pela sua escrita polifónica, monumento ao sofrimento e à coragem na nossa época". Filha de dois professores, sendo o pai bielorrusso e a mãe ucraniana, Svetlana Aleksievitch nasceu em Stanislav, hoje Ivano-Frankivsk, na Ucrânia, em 1948, mas cresceu na Bielorrússia. Estudou jornalismo na Universidade de Minsk a partir de 1967 e depois de completar o curso mudou-se para Beresa, na província de Brest, para trabalhar no jornal e escola locais. Durante esse tempo debateu-se entre a tradição familiar de trabalhar no ensino e no jornalismo. Trabalhou depois como repórter na imprensa local de Narowla, no voblast de HomielDesde os seus dias de escola já tinha escrito poesia e artigos para a imprensa escolar. Também foi jornalista da revista literária Neman de Minsk, para a que escreveu ensaios, contos e reportagens. O escritor bielorrusso Ales Adamovich inclinou-a definitivamente para a literatura apoiando um novo género de escrita que denominou "novela coletiva", "novela-oratório", "novela-evidência", "gente dançando com lobos" ou "coro épico", entre outras fórmulas. De fato, nos seus textos a meio caminho entre a literatura e o jornalismo usa a técnica de collage justapondo testemunhos individuais, com o que consegue aproximar-se mais à substância humana dos acontecimentos. Usou este estilo pela primeira vez no seu livro A Guerra Não Tem Rosto de Mulher(1983), em que a partir de uma série de entrevistas aborda o tema das mulheres russas que participaram na Segunda Guerra Mundial.

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Sylvia Plath (EUA)


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 Sylvia Plath foi:

• Poetisa.
• Contista.
• Romancista.

 Reconhecida principalmente por sua obra poética, Sylvia Plath escreveu também um romance semi-autobiográficoA Redoma de Vidro ou A Campânula de Vidro ("The Bell Jar"), sob o pseudônimo Victoria Lucas, com detalhamentos do histórico de sua luta contra a depressão. Assim como Anne Sexton, Sylvia Plath é creditada por dar continuidade ao gênero de poesia confessional, iniciado por Robert Lowell e W.D. Snodgrass. Filha de Aurelia Schober Plath, da primeira geração norte-americana de uma família austríaca, e de Otto Emile Plath, um imigrantede Grabow, Alemanha. O pai trabalhava como professor de zoologia e alemão na Universidade de Boston, sendo também um notável especialista em abelhas. A mãe de Sylvia era vinte e um anos mais nova que o marido. Em 1935, nasceu o segundo filho, Warren. A famíla mudou-se para Winthrop, Massachusetts, em 1936, durante a Grande Depressão. Sylvia, então com quatro anos de idade, passaria em Johnson Avenue grande parte de sua infância. A mãe de Sylvia, Aurelia, crescera em Winthrop, e seus avós maternos, os Schobers, viveram em uma parte da cidade, de nome Point Shirley, mencionada na poesia de Plath. Sylvia publicou seu primeiro poema em Winthrop, na sessão infantil de Boston Herald, aos oito anos de idade. Durante o verão após seu terceiro ano na faculdade, Plath trabalhou como editora convidada na revista "Mademoiselle" e morou por um mês na cidade de Nova Iorque. A experiência não foi nada do que Sylvia esperava, começando então uma reviravolta em sua visão sobre si própria e sobre a vida. Muitos dos eventos ocorridos naquele verão inspiraram o seu único romanceA Redoma de Vidro. No seu primeiro ano em Smith College, Sylvia tentara o suicídio pela primeira vez, tomando uma overdose de narcóticosO jovem casal de poetas passou o período de julho de 1957 a outubro de 1959 vivendo e trabalhando nos Estados Unidos, onde Plath lecionava inglês em Smith. Mudaram-se para Boston, onde Plath assistia aos seminários do poeta Robert Lowell. Além de Sylvia, a poeta Anne Sexton também freqüentou esses seminários. Nessa época, Plath e Hughes conhecem também W. S. Merwin, que admirou o trabalho do casal, firmando amizade com Sylvia e Ted por toda a sua vida. Na manhã de 11 de fevereiro de 1963, Plath veda completamente o quarto das crianças com toalhas molhadas e roupas, deixando leite e pão perto de suas camas, tendo ainda o cuidado de abrir as janelas do quarto, ainda que em meio a uma forte nevasca. De seguida, toma uma grande quantidade de narcóticos, deitando logo após a cabeça sobre uma toalha no interior do forno, com o gás ligado, morrendo passado pouco tempo. Plath manteve o hábito de escrever em diários desde a idade de 11 anos, até o seu suicídio. Seus diários da fase adulta, começando com seu anos como caloura em Smith College em 1950, foram publicados primeiramente em 1980, editados por Frances McCullough. Em 1982, quando o Smith College recuperou os diários que faltavam, Ted Hughes os selou até 11 de fevereiro de 2013, decorridos cinquenta anos da morte de Sylvia.

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Toni Morrison (EUA)


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 Toni Morrison é:

• Escritora.
• Professora.
• Editora.

 Recebeu o Nobel de Literatura de 1993, por seus romances fortes e pungentes, que relatam as experiências de mulheres negras nos Estados Unidos durante os séculos XIX e XX. Seu livro de estreia, O olho mais azul (1970), é um estudo sobre raça, gênero e beleza — temas recorrentes em seus últimos romances. Despertou a atenção da crítica internacional com Song of Solomon (1977). Amada(1987), o primeiro romance de uma trilogia que inclui Jazz (1992) e Paraíso (1997), ganhou o Prémio Pulitzer de Ficçãode melhor ficção e foi escolhido pelo jornal americano The New York Timescomo “a melhor obra da ficção americana dos últimos 25 anos”. Morrison escreveu peças, ensaios, literatura infantil e um libreto de ópera. Toni Morrison nasceu em Lorain, em Ohio, nos Estados Unidos, numa família de classe média baixa. É a segunda dos quatro filhos do casal Ramah e Goerge Wofford. Seu nome de registro é Chloe Ardelia Wofford. Apesar das dificuldades financeiras da família, que sofria as consequências da Grande Depressão, Morrison era uma leitora ávida. Alguns de seus autores favoritos eram Jane Austen e Liev Tolstói. Em casa, ouvia de seu pai casos populares da comunidade negra estadunidense (no futuro, tal método de contar histórias influenciaria suas obras). De acordo com uma entrevista publicada no jornal The Guardian em 2012, Morrison se converteu ao catolicismo aos 12 anos e recebeu o nome de batismo "Anthony", que serviu de base para seu apelido "Toni". Em 1949, Morrison ingressou na Universidade Howard, onde se formou em Inglês em 1953. Dois anos mais tarde, completou um mestrado em Inglês pela Universidade Cornell, onde apresentou uma tese sobre o suicídio nos trabalhos de William Faulkner e Virginia Woolf. Entre 1955 e 1957, ensinou Inglês na Universidade do Sul do Texas em Houston. Depois, retornou à Universidade Howard, onde ocupou um cargo de professora. Toni Morrison começou a se dedicar à ficção na época em que fazia parte de um grupo de poetas e escritores que se encontravam na Universidade Howard para discutir literatura. Em um dos encontros, a autora apresentou um conto sobre uma garota negra que sonhava em ter olhos azuis. O conto serviu de base para o seu primeiro romance completo, O olho mais azul, publicado em 1970. O livro foi escrito enquanto Morrison dava aulas na universidade e criava os dois filhos pequenos. Os romances de Toni Morrison normalmente mostram mulheres negras com personalidades fortes e histórias de vida marcantes, mas a autora não considera suas obras feministas. Ela chegou a afirmar: "Não concordo com o patriarcado, e não acho que ele deve ser substituído pelo matriarcado. É uma questão de acesso igualitário, de abrir portas para todos os tipos de coisa". Entretanto, críticos literários identificam no trabalho de Morrison características do "feminismo pós-moderno", referindo-se à maneira como ela altera as dicotomias euro-americanas e reescreve a história contada pelos livros.

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Ursula K. Le Guin (EUA)


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 Ursula Kroeber Le Guin foi:

• Escritora.

 Escreveu romances, ensaios, contos, poesia e literatura infantil, destacando-se na Fantasia e na Ficção Científica. Os seus primeiros trabalhos foram publicados em 1960 e, desde aí, as suas obras exploram, nomeadamente, aspectos do taoísmo, anarquismo, etnografia, feminismo, psicologia e sociologiaSuas obras mais conhecidas são o Ciclo de Terramar, composto por cinco volumes — O Feiticeiro e a Sombra (1968), Os Túmulos de Atuan (1971), A Praia mais Longínqua (1972), Tehanu, o Nome da Estrela (1990) e Num Vento Diferente (2001) — e o romance A Mão Esquerda da Escuridão, parte do Ciclo de Hainish, outra de suas séries de alta fantasia. Ursula K. Le Guin nasceu em Berkeley, na Califórnia, a 21 de Outubro de 1929. Seu pai era o eminente antropólogo Alfred L. Kroebere sua mãe era a escritora e, também, antropóloga, Theodora Kracaw Kroeber Quinn. Desde pequena, Le Guin foi educada num ambiente de interesse por mitos e lendas. Seu interesse pela literatura foi precoce: aos 11 anos de idade, enviou o seu primeiro conto para a revista Astounding Science Fiction, que foi recusado. Por volta de 1960, mostrou interesse pela Ficção Científica, começando a publicar regularmente. Em 1970, conseguiu reconhecimento mundial com a obra A Mão Esquerda da Escuridão, vencedora dos prémios Hugo e Nebula. Graduou-se no Radcliffe College, em 1951, e no ano seguinte especializou-se em línguas latinas pela Columbia University. Mais tarde, foi estudar para França, onde conheceu o historiador Charles A. Le Guin, com quem viria a casar em 1953. De volta aos EUA, ensinou francês em várias universidades antes de se dedicar por completo à literatura. Para além das dezenas de títulos publicados, Le Guin também já realizou algumas traduções e contribuiu com inúmeros contos em várias revistas. Hoje em dia, é considerada uma das melhores autoras vivas do gênero. Ao longo da sua carreira, Le Guin foi distinguida diversas vezes. Recebeu, nomeadamente, cinco prémios Hugo, seis prémios Nebula e nove prémios Locus, mais do que qualquer outro autor. Em 2014, recebeu o National Book Foundation Medal for Distinguished Contribution to American Letters, um prémio carreira atribuído anualmente pela National Book Foundation. Desde 1958, vive em Portland, no Oregon. Tem três filhos e quatro netos.

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Virginia Woolf (Reino Unido)

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 Adeline Virginia Woolf, nascida Adeline Virginia Stephen foi:

• Escritora.
• Ensaísta.
• Editora.

 Estreou-se na literatura em 1915 com o romance The Voyage Out, que abriu o caminho para a sua carreira como escritora e uma série de obras notáveis. Morreu em 1941, tendo cometido suicídioWoolf foi membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhou um papel de significância dentro da sociedade literária londrina durante o período entre guerras. Seus trabalhos mais famosos incluem os romances Mrs. Dalloway (1925), To the Lighthouse (1927), Orlando: A Biography (1928), e o livro-ensaio A Room of One's Own (1929), onde encontra-se a famosa citação "Uma mulher deve ter dinheiro e um teto todo seu se ela quiser escrever ficção". Virginia Woolf era filha do editor Leslie Stephen, o qual deu-lhe uma educação esmerada, de forma que a jovem teria frequentado desde cedo o mundo literário. Em 1912 casou com Leonard Woolf, com quem fundou em 1917 a Hogarth Press, editora que revelou escritores como Katherine Mansfield e T.S. Eliot. Virginia Woolf apresentava crises depressivas. Em 1941, deixou um bilhete para seu marido, Leonard Woolf, e para a irmã, Vanessa Bell. Neste bilhete, ela se despede das pessoas que mais amara na vida, e comete suicídio. Virginia Woolf foi integrante do grupo de Bloomsbury, círculo de intelectuais que, após a Primeira Guerra Mundial, se posicionaria contra as tradições literárias, políticas e sociais da Era Vitoriana. Deste grupo participaram, dentre outros, os escritores Roger Fry e Duncan Grant; os historiadores e economistas Lytton Strachey e John Maynard Keynes; e os críticos Clive Bell e Desmond McCarthy. A obra de Virginia é classificada como modernista. O fluxo de consciência foi uma de suas marcas mais conhecidas e da qual é considerada uma das criadoras. Psicanalistas e biógrafos descrevem que os meio-irmãos de Virginia, Gerald e George Duckworth, a abusaram ou, pelo menos, tocaram de forma um tanto imoral, o que poderia ter causado a doença maníaco depressiva, agora chamada de transtorno bipolar, de Virginia. A própria Virginia revela experiências sobre a rigidez do período vitoriano em sua obra autobiográfica A Sketch Of The Past (obra ainda sem tradução para o português). Hermione Lee escreve em sua biografia sobre Virginia Woolf: "A evidência é forte o suficiente, porém também ambígua o suficiente para traçar o caminho para interpretações psicobiográficas contraditórias e mostra representações bastante distintas da vida interior de Virginia Woolf." Outros pesquisadores, em oposição a um olhar psiquiátrico, trabalham com a predisposição genética de sua família. Também o pai de Virginia era conhecido por sofrer de casos de auto-dúvida e sintomas de estresse, expressados em persistentes dores de cabeçainsônia, irritação e ansiedade; reclamações parecidas com as posteriores de sua filha. No ano de 1941, com o estopim da Segunda Guerra Mundial, a destruição da sua casa em Londres durante o Blitz e a fria recepção da crítica à sua biografia do seu amigo Roger Fry, Virginia Woolf foi condicionada ao impedimento da sua escrita e caiu em uma depressão semelhante às que sofreu durante a juventude. Em 28 de março de 1941, Woolf colocou seu casaco, encheu os seus bolsos com pedras, caminhou em direção ao Rio Ouse, perto de sua casa, e se afogou. Seu corpo foi encontrado somente três semanas mais tarde, em 18 de abril de 1941, por um grupo de crianças perto da ponte de Southease. O seu corpo foi cremado e as suas cinzas foram enterradas junto a um olmo no jardim de Monk’s House, a casa do século XVIII onde Woolf viveu com o seu marido, Leonard Woolf, de 1919 até à sua morte. Quando Leonard Woolf morreu de um enfarte 50 anos depois, também foi cremado e as suas cinzas enterradas junto às da sua esposa. O olmo já desapareceu, tendo sido instalados bustos dos Woolfs no jardim.

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