Pride To Be #3: Professor homofóbico na UFAC | Igreja católica aberta à LGBTs | Pink Money já é febre mundial


 Fala espécies! Eu sou o Banshuu!
 Hoje estamos com um Pride To Be bem louco (pode acreditar!), portanto, vamos ver o que andou acontecendo dentro da nossa comunidade!

UFAC denuncia professor por ter feito afirmões homofóbicas em sala de aula

[ Este artigo foi retirado do site Globo.com]

 A Universidade Federal do Acre (Ufac) informou, nesta quarta-feira (19), que abriu um processo administrativo disciplinar (PAD) para averiguar a denúncia de alunos de jornalismo, que acusam o professor Mauro Cesar Rocha (⇐ link para sua conta no Facebook) de ter feito afirmações homofóbicas durante uma aula de sociologia no último dia 12O G1 tentou por dois dias seguidos contato com o professor através do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, pelo telefone pessoal dele, por e-mail e redes sociais, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. “Com discurso claramente homofóbico, o citado professor fez as seguintes afirmações: ‘os homossexuais inventaram a Aids’, ‘mulheres lésbicas são frutos de abusos dos pais’, ‘homossexualidade é anomalia genética’, ‘gays não podem adotar’ e finalizou com ‘ser gay é uma opção’”, dizia a nota, que é assinada pelo Centro Acadêmico e foi divulgada na terça (18). Além de informar sobre o processo, a Ufac também enfatizou que "repudia qualquer ato de racismo, preconceito e discriminação social, seja de identidade étnica, sexual, de gênero, religiosa ou de qualquer outra natureza, que venha ferir o direito de qualquer cidadão”, destaca a nota. No dia 12 de julho de 2017 os alunos do segundo período do curso Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) vivenciaram uma situação abusiva dentro da sala de aula. O professor de Sociologia da Comunicação, no exercício de suas atividades docentes, proferiu discurso que fere princípios básicos da dignidade da pessoa humana. Ao ser questionado por um dos alunos presentes, o docente respondeu: “eu não sabia que aqui nessa sala tinha essas coisas”, referindo-se aos alunos homossexuais da sala como meros objetos. O Centro Acadêmico do Curso de Jornalismo (CACJ) repudia todo e qualquer discurso de ódio por parte de docentes, discentes, servidores ou quaisquer membros da sociedade, seja no âmbito acadêmico, profissional ou social. Repudia, também, o ensino baseado em opiniões pessoais sem o devido fundamento teórico ao qual se destina a formação acadêmica. Ressalte-se que o CACJ tem ciência da relação construída entre alunos e professores ao longo dos 15 anos de existência do curso de Jornalismo e que tal atitude destoa da imagem ora fortalecida e que a cada dia cresce em prol do bem-estar individual e coletivo baseado no respeito mútuo. Como jornalistas em processo de formação, aprendemos que é nosso dever ético opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem e estaremos acompanhando o desenrolar dos procedimentos e tomando as providências cabíveis.

Grupo católico de diversidade sexual abre as portas para casais LGBTQs

[ Este artigo foi retirado do site O Tempo]

 Recém-chegada ao mundo, Malu já é uma bebê abençoada. As duas mães dela, as advogadas Gislene, 37, e Amanda Couto, 32, casadas há dois anos e meio, descobriram pouco antes de ela nascer que a Igreja Católica estava de portas abertas para sua família. Elas conheceram a Pastoral da Diversidade Sexual – a primeira em Minas Gerais voltada para o público homossexual – que se reúne quinzenalmente no Santuário São Judas Tadeu, no bairro da Graça, na região Nordeste de Belo Horizonte, para orar e tratar da temática LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), acabando com qualquer preconceito dentro da igreja. Gislene e Amanda foram em dois encontros do grupo, estiveram no retiro espiritual e nas missas da paróquia, onde podiam estar de mãos dadas, com Gislene exibindo seu barrigão de nove meses. Na reunião da pastoral que antecedeu o nascimento de Malu, padre, freira e fiéis rezaram pela vinda da criança e para que a pequena encontrasse um mundo melhor, mais humano. Isso já está acontecendo: “É sensacional você se sentir novamente acolhida, efetivamente, dentro da Igreja. Poder vir, ter abertura e transparência no nosso relacionamento, poder ser recebida na igreja com a minha família”, disse Amanda, que frequentou a paróquia São Judas quando criança, distanciou-se e, agora, voltará com Gislene e Malu. Em agosto do ano passado, a Pastoral da Diversidade foi criada, mas foi somente nos últimos meses de 2016 que mais famílias homossexuais começaram a frequentar as reuniões, com a maior divulgação do grupo no santuário e fora dele. “Vim sem acreditar, achando que era balela, e me apaixonei. Fiquei muito feliz porque eu pude voltar a frequentar a igreja sendo quem eu sou, não precisava me esconder mais, podendo apresentar meu marido, a pessoa que eu amo”, afirmou o gestor de compras Douglas Pedroso, 36. Ele sempre foi envolvido com a comunidade católica, mas estava afastado das missas há três anos. Lia a Bíblia escondido em casa, pensando ser pecado. “Me fez ser uma nova pessoa poder comungar sem ter o peso da culpa, que a Igreja e a população colocava em cima da gente, dizendo que ser homossexual é errado”, contou. De braços abertos. A pastoral quer exatamente apresentar um ambiente onde essas pessoas possam ser “curadas” – não da homossexualidade, mas sim das feridas do preconceito, da exclusão –, e se sintam bem, felizes e aceitas como são, conta o padre Marcus Aurélio Mareano: “Sem absurdos de propor cura gay, que não existe; nós propomos o Evangelho, cujo conteúdo é o amor de Deus, e é nessa experiência de amor, de convivência fraterna, de partilha, de confiança mútua que o grupo vai crescendo”. Mareano teve a ideia de criar a pastoral a partir de uma abertura do papa Francisco, que, no ano passado, afirmou que os cristãos deveriam pedir desculpas pela forma como tratam os homossexuais, que não devem ser discriminados, mas respeitados e acompanhados pastoralmente. “Quem somos nós para julgá-los?”, falou o papa. As portas se abriram, então, na arquidiocese da capital mineira, e a proposta da Pastoral da Diversidade foi abraçada pelo pároco responsável pela São Judas Tadeu, padre Aureo Nogueira de Freitas, e está seguindo firme há um ano para “mostrar essa nova postura do papa, para que as pessoas percam o medo de Deus e da Igreja”, destacou Mareano, juntando-se, em seguida, à roda de pessoas diversas, orando, com eles, unidos pelas mãos.

O Dinheiro Rosa que movimentou o Vale inteiro

[ Este artigo foi retirado do site Blasting News e da Wikipédia]

 Estima-se que o dinheiro rosa movimenta cerca de 3 trilhões de dólares em todo o mundo. E este “enorme” detalhe, faz com o que o público LGBT se potencialize cada vez mais ao longo dos anos, atraindo a atenção e a cobiça de empresas em diversos segmentos do mercado. É preciso esclarecer que o Pink Money nada tem haver com ideologia. Atualmente, diversas agências especializadas em turismo gay ou “gay-friendly” como é melhor conhecido, tem surgido mundo afora. Elas oferecem os mais variados pacotes turísticos que se possa imaginar, de lugares paradisíacos a cruzeiros regados a festas 24 horas por dia. Recentemente, também foi criada a Câmara de Comércio LGBT Brasileira (CCLGBTB), que almeja fomentar negócios LGBT no Brasil. Esta iniciativa promoverá aumento de oferta e desenvolvimento turístico local, principalmente no tocante à recepção ao público gay. O Ministério do Turismo lançou uma cartilha, intitulada; “Dicas para atender bem turistas LGBT”, onde explica termos relacionados à identidade de gênero e fornece orientações para se evitar situações desagradáveis. Existe ainda uma associação nacional e outra internacional que estão engajadas em promover o Brasil como destino “Gay-Friendly”. Neste contexto, três cidades brasileiras já são conhecidas por fazer parte deste circuito. O Rio de Janeiro, em função de paisagens belíssimas e por tradicionalmente recepcionar bem o público homossexual; São Paulo, com sua noite badalada e a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, atraindo turistas de todos os cantos. E por fim, mas não somente, Florianópolis, que desponta neste cenário como um destino selecionado e de alto padrão. O Dinheiro rosa (pink money) descreve o poder de compra da comunidade LGBT, especialmente no que diz respeito a doações políticas. Com a ascensão do movimento dos direitos LGBT, o pink money passou de uma franja de mercado e marginalizado para uma próspera indústria em muitas partes do mundo ocidental, como os Estados Unidos e Reino Unido. Muitas empresas agora se especializaram em atender o público homossexual , incluindo discotecas, lojas, restaurantes e táxis; a procura destes serviços provém de discriminação geralmente percebida pelas empresas tradicionais. Em todo o mundo, o dinheiro-de-rosa é avaliado em £ 350 bilhões através de uma variedade de setores. - especialmente bens de consumidor e de entretenimento. O poder econômico do pink money tem sido visto como uma força positiva para a comunidade LGBT, criando uma espécie de "auto-identificação financeira ", que ajuda-os a se sentirem parte de uma comunidade que os valoriza. Com efeito, mais de 90% dos homossexuais apoiam as empresas que têm como alvo o pink, uma forma de fugir das empresas "anti-gay". No entanto, críticas têm sido feitas às empresas que têm como alvo o dinheiro rosa por parte de grupos homossexuais, argumentando que isso segrega os gays e retém os direitos dos homossexuais

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